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Software de realidade virtual insere autistas em situações sociais

Tempo de Leitura: < 1 minutoUm administrador e uma psicóloga do Mato Grosso do Sul trabalharam no desenvolvimento de um software de realidade virtual para ensinar habilidades sociais para autistas. Eles foram um dos contemplados pelo Programa Centelha MS, que fomenta ações tecnológicas no estado.

“É como um game, no qual o ‘jogador’, nesse caso o paciente, entra em um jogo completamente imersivo, onde são recriadas de forma muito realistas situações como uma festa, um passeio ao shopping, uma visita à casa de um amigo, entre outras. A inteligência artificial do programa faz indagações ao ‘jogador’ quanto às emoções e sentimentos dos personagens durante estas interações e fornece recompensas conforme o jogador avança nos desafios”, disse a psicóloga Francyelle Marques de Lima, em nota divulgada pelo Governo do Mato Grosso do Sul.

Família que criou app para autistas, recebe capacitação do programa HealthTech Barretos

Tempo de Leitura: < 1 minutoUma iniciativa do Sebrae-SP e Hospital de Amor, por meio do Hub Harena Inovação, o programa HealthTech Barretos selecionou o Matraquinha, aplicativo de comunicação alternativa para participar do processo de aceleração, todo o programa será online e terá duração de 12 semanas. Ao todo, participam 14 startups do setor de saúde.

As startups inscritas passaram por uma análise inicial da equipe do Sebrae para avaliar a aderência aos critérios do programa: grau de inovação, modelo de negócio e potencial de escala. As startups qualificadas foram convidadas para apresentar o pitch (apresentação rápida de uma ideia ou oportunidade de negócio) para uma banca formada por dois profissionais do Sebrae, um médico do Hospital de Amor e um representante da comunidade de startups de Barretos, o Bruto Valley.

“A aprovação neste programa é mais um indicador que estamos no caminho certo e será de extrema importância para a evolução do Matraquinha”, ressalta Wagner Yamuto, co-fundador da empresa.

Aplicativo

Matraquinha é um app de comunicação alternativa para ajudar crianças e adolescentes com autismo a transmitirem seus desejos, emoções e necessidades através de dispositivos móveis (smartphones e tablets).

A comunicação da criança é feita através de figuras e que, ao serem clicadas, fazem com que uma voz reproduza o que a criança deseja transmitir.

Mais informação sobre o programa estão no site contato.sebraesp.com.br/healthtech/. E, sobre o Matraquinhahttps://www.matraquinha.com.br.

Família que criou app para autistas, recebe capacitação do programa Healthtech Barretos - Canal Autismo / Revista Autismo

Telas do aplicativo Matraquinha.

 

Revista Autismo agora está na Alexa

Tempo de Leitura: 2 minutos

Skill dá informações sobre autismo, dicas de atividades e explica os sinais e sintomas do transtorno

A Revista Autismo agora está também na Alexa, a assistente virtual desenvolvida pela Amazon, presente em vários equipamentos, principalmente nas famosas caixas de som da linha Echo. Foi desenvolvida uma skill (espécie de aplicativo para dispositivos que interagem por voz que lhe dão mais “habilidades”) a fim de explicar os sinais e sintomas de autismo, dar dicas de atividades para serem feitas com crianças em casa, responder dúvidas gerais sobre o transtorno, algumas estatísticas, e até mesmo contar curiosidades ligadas ao Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).

Para quem tem um equipamento com a Alexa ou para quem baixar o aplicativo Amazon Alexa no seu smartphone, basta ir na área de “Skills”, procurar por “Revista Autismo” e ativar a skill. A partir daí, a própria Alexa dará as dicas do que pode ser perguntado. Vale experimentar a novidade!

Para quem usa dispositivos com tela (sim, algumas dispositivos com tela têm a Alexa integrada, como o Echo Show, TVs com Alexa ou mesmo o Amazon Fire TV — para ser conectado a um televisor, monitor ou projetor), a skill mostra também dicas com sugestões do que pode ser perguntado.

Tela da skill da Revista Autismo na Alexa.

Informações sobre autismo

Conceitos como o que é autismo, o que é espectro, ou DMS-5 podem ser perguntados para a Alexa, que responderá detalhadamente.

Que atividades fazer com uma criança com autismo em casa — principalmente agora, durante a pandemia do novo coronavírus — é outra “habilidade” que a Alexa ganha com a skill da Revista Autismo. São mais de 30 dicas diferentes. Sem não souber o que perguntar, peça uma curiosidade que a Alexa vai dizer alguma estatística relacionada ao autismo ou ainda explicar algum conceito. Outra opção é pedir para que ela diga um sinal ou sintoma do transtorno — ela escolhe um e explica.

Para quem nunca viu e nunca interagiu com um dispositivo com a Alexa, vale muito a pena baixar o aplicativo no seu celular e testar o app “Amazon Alexa” que é bem interessante.

Novas funcionalidades deverão ser desenvolvidas em breve para melhorar ainda mais a skill da Revista Autismo para a Alexa.

>> Clique aqui para ter acesso à skill da Revista Autismo

 

Apple faz 1ª sessão para autistas no Brasil

Tempo de Leitura: < 1 minutoA Apple Brasil realizou a primeira sessão especialmente dedicada a crianças com autismo no país. O evento foi no último domingo, 12 de novembro de 2017, na loja da empresa em São Paulo.

A sessão, que foi de desenho e pintura em iPads Pro, teve a participação do grupo de funcionários voluntários da empresa, os “volunteer champions“. As crianças soltaram sua criatividade usando a Apple Pencil (o lápis bluetooth da marca para interagir com o iPad Pro) e fizeram vários desenhos com os mais diversos temas nas telas dos iPads. Os participantes foram do grupo de apoio a pais de autistas aMAIS SP.

Saiba mais detalhes em http://www.paivajunior.com.br/blog/apple-faz-1a-sessao-para-autistas-no-brasil/

Saiba o que é um QR-Code e como usá-lo

Tempo de Leitura: 2 minutos

Um QR-Code é uma matriz, uma espécie de código de barras de duas dimensões (bidimensional, 2D). A diferença entre o código de barras convencional (aquele presente nas embalagens dos produtos, com uma sequência de números) e o QR-Code é que nesse cabe muitos caracteres, como um longo endereço da internet (URL) – até mais de 4 mil caracteres ou mais de 7 mil números.

O principal uso é para se fazer um link entre uma mídia impressa (como jornais e revistas) e uma mídia online (internet) – é um selo integrador de mídias. E esta Revista Autismo inova com o uso de QR-Codes para expandir o seu conteúdo, recurso quase nada utilizado no Brasil.

No exemplo ao lado, está “embutido” no QR-Code (ou codificado, como se deve dizer) o endereço do site desta revista (RevistaAutismo.com.br).

Mas como ler (ou decodificar) um QR-Code?

Há programas de leitura desses códigos para a grande maioria dos celulares com câmera, além de alguns para webcams (câmeras de computadores). Nos celulares, basta abrir o programa e apontar a câmera para o código, que é decifrado imediatamente – e para os que têm acesso a web no celular, o site abre-se imediatamente com a informação “linkada” online.

E o QR-Code não é novo. Foi criado em 1994, pela empresa Denso-Wave, do Japão, país onde é muito utilizado. O QR vem de quick response (resposta rápida, em inglês), pois o código pode ser rapidamente interpretado, mesmo com imagens de baixa resolução (VGA) feitas por câmeras como as dos celulares mais simples. E Code vem de código, em inglês, por isso alguns o chamam de código QR. É apontar, interpretar e acessar.

Material Extra

No Brasil, o primeiro anúncio publicitário a utilizar o código foi publicado pela Fast Shop (em dezembro de 2007). Mais tarde a Nova Schin publicou um anúncio com o código (em junho de 2008) e a Claro fez uma campanha utilizando o código QR (em novembro de 2008). A Revista Galileu, da Editora Globo, também aderiu QR para que o usuário tivesse acesso a informações extras através do seu celular.

O “A Tarde”, de Salvador (BA), tem usado o QR-Code desde 10 de dezembro de 2008 e foi o primeiro jornal impresso no País – reconhecido pela Associação Nacional de Jornais(ANJ) – a utilizar o código em suas páginas como selo integrador de mídias, levando o leitor do papel à internet.

Se quiser saber mais sobre os QR-Codes, leia o artigo na Wikipedia (em português).