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Colar de Girassóis e autismo - Kim Baker - Revista Autismo

Sunflower Lanyard

Tempo de Leitura: 3 minutos

In an exclusive article for Brazilian magazine Revista Autismo, English mother tells what facts made her post viralize worldwide

Kim Baker, from UK

The hidden disabilities sunflower lanyard scheme started in June 2016 in Gatwick airport. It was intended to be a discreet sign to staff to recognise that the wearer (or someone with them) may require some extra help, time or assistance when navigating their way through the airport. Following its success efforts have been made to extend the use of the lanyard to other places.

So let me tell you about my experience with the lanyard. In June we flew to Spain with the use of the Sunflower Lanyard. I wore the lanyard and definitely noticed staff spotting it and giving me a nod. Whilst queuing to check our bags in a member of staff saw my lanyard and asked me to give him our boarding passes so that he could print off the labels for the car seat and pushchair so they would be ready when we got to the front of the queue. Whilst going through security my husband had to go through the scanner. At this point my son had been queuing for quite a while, the airport was busy and he was getting fed up. Our pushchair was being scanned and I was trying to juggle our son who was in the early stages of a meltdown and getting our luggage. I asked a lady for our pushchair and she immediately wheeled it through for us and whilst I was wrestling the poor lad back into the pushchair she got down and quietly said to me “listen please don’t let anyone rush you today. You take your time and do what you need to”. She didn’t do much, to be honest there was very little more she could do at this point but it was kind and was enough to make me feel a little calmer.

After this there wasn’t much more use for the lanyard and we arrived safely in Malaga airport. Upon our arrival in Malaga I didn’t really need any additional support. However, on our way home is where the exceptional service came in. We joined the long queue for security and immediately a member of staff approached us, asked us to follow him to special assistance and we were escorted straight through without queuing. Later when queuing to get on the plane another member of staff came to get us and took us to the front of the plane to board first. I just felt this was incredible service and I was so impressed.

In August I posted a photo of my family on the plane with a little explanation about the lanyard on Facebook. To my surprise the post was shared 334,000 times and awareness of the lanyard has spread far and wide. I have continued to try and raise awareness and approached several companies to get their buy in. I’ve continued to have positive experiences and wear the lanyard wherever we go.

Colar de Girassóis e autismo - Kim Baker - Revista Autismo
Picture shared by Kim Baker waring the sunflower lanyard.
Photo: personal file.

Let me be clear the lanyard was not my idea – I just innocently did a social media post which gained a huge response. If you want to get more information about the scheme or want to purchase any of the items available please visit www.hiddendisabilitesstore.com. Finally, I’d like to make it clear that the lanyard is NOT a queue jump! It does not afford you VIP treatment. The idea is that the lanyard is a symbol for staff or members of the public to be aware that the wearer may need reasonable adjustments made by them. That might be a queue jump, it may be access to a quiet area, it may a bit more space or simply just awareness.

Kim Baker exclusivo para a Revista Autismo

Kim Baker is from England and has a 3 and a half year old little boy. He was diagnosed with autism a month before his 3rd birthday.

Colar de Girassóis e autismo - Kim Baker - Revista Autismo

Colar de girassóis

Tempo de Leitura: 3 minutos

Em texto exclusivo para a Revista Autismo, mãe inglesa conta como foi o fato que viralizou no mundo inteiro

Kim Baker, do Reino Unido

O esquema de usar o cordão de girassóis como indicação de deficiências ocultas começou em junho de 2016 no aeroporto de Gatwick, Londres. A intenção era ser um sinal discreto para os funcionários, a fim de reconhecer o usuário (ou um acompanhante do usuário) que precisasse de ajuda, tempo ou assistência extra ao passar pelo aeroporto. Após o seu sucesso, esforços têm acontecido para estender o uso do cordão a outros lugares.

Deixe-me contar a vocês a minha experiência com o cordão. Em junho, viajamos para a Espanha e utilizamos o cordão de girassóis. Eu estava com o cordão e positivamente notei que a equipe [do aeroporto] o reconheceu e me fez um aceno de cabeça. Enquanto eu estava na fila para despachar nossas malas, um membro da equipe viu meu cordão e me pediu que lhe entregasse nossos cartões de embarque para que ele imprimisse as etiquetas do assento e do carrinho do bebê, de modo que elas estivessem prontas quando chegássemos à frente da fila. Enquanto era verificado pela segurança, meu marido teve que passar pelo scanner. Nesse ponto, meu filho já estava na fila há um bom tempo, o aeroporto estava cheio e ele ficando irritado. Nosso carrinho estava sendo escaneado e, enquanto eu recebia nossa bagagem, ia tentando fazer malabarismos com nosso filho, que estava nos estágios iniciais de uma crise. Perguntei a uma senhora pelo nosso carrinho e ela imediatamente o levou até nós e, enquanto eu estava lutando para ajeitar a pobre criança de volta no carrinho, ela se curvou e me disse em voz baixa: “Escute, por favor, não deixe ninguém te apressar hoje. Leve o tempo que precisar e faça o que for necessário”. Ela não fez muito, para ser honesta, ela poderia ter feito muito pouco além daquilo, naquele momento, mas ela foi gentil e isso bastou para fazer que eu me sentisse um pouco mais calma.

Depois disso não houve mais momentos de utilidade do cordão e chegamos em segurança ao aeroporto de Málaga. Quanto ao desembarque em Málaga, eu realmente não precisei de nenhum suporte adicional. No entanto, no caminho de volta para casa foi quando o serviço excepcional aconteceu. Entramos na longa fila para checagem de segurança e imediatamente um membro da equipe se aproximou de nós, pediu que o seguíssemos para obter assistência especial e fomos escoltados diretamente, sem filas. Mais tarde, na fila para entrar no avião, outro membro da equipe veio nos buscar e nos levou até à frente do avião, para embarcarmos primeiro. Eu me senti recebendo um atendimento incrível e fiquei muito impressionada.

Em agosto, publiquei no Facebook uma foto da minha família no avião, junto com uma pequena explicação sobre o cordão. Para minha surpresa, o post foi compartilhado 334.000 vezes e a conscientização a respeito do cordão se espalhou por toda parte. Continuei tentando aumentar essa conscientização e entrei em contato com várias companhias para que os adquirissem. Continuo tendo experiências positivas e uso o cordão onde quer que vamos.

Colar de Girassóis e autismo - Kim Baker - Revista Autismo
Foto original divulgada por Kim Baker que viralizou nas redes sociais.
Foto: Arquivo pessoal

Deixe-me esclarecer que o cordão não foi minha ideia – eu apenas fiz uma publicação inocente sobre ele numa mídia social, a qual obteve uma repercussão enorme. Se você deseja obter mais informações sobre o esquema envolvendo o cordão de girassóis, ou quer adquirir algum dos itens disponíveis, visite www.hiddendisabilitesstore.com. Finalmente, eu gostaria de deixar claro que o uso do cordão não é para furar a fila! Nem oferecer tratamento VIP. A idéia é que o cordão seja um símbolo para a equipe ou para pessoas em geral estarem cientes de que o usuário pode precisar de certos ajustes ou apoios. Isso pode significar passar à frente na fila, pode ser o acesso a uma área tranquila, a ter um pouco mais de espaço, ou simplesmente conscientização.

Kim Baker exclusivo para a Revista Autismo

Kim Baker é inglesa e tem um filhinho de 3 anos e meio. Ele foi diagnosticado com autismo um mês antes de completar três anos.