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Jovem autista é aprovado para cursar Medicina na UFG

Tempo de Leitura: < 1 minutoJonathan Henrique da Silva, de 25 anos, ganhou destaque nas redes sociais na última semana. Autista, o jovem foi aprovado para cursar Medicina na Universidade Federal de Goiás (UFG), no campus Colemar Natal e Silva, localizado em Goiânia (GO).

Jonathan é natural de Arapongas, no interior do Paraná, e concluiu o ensino médio em 2012 numa escola pública. Nos anos seguintes, o jovem seguiu estudando por conta própria em casa enquanto também trabalhava. Entre o fim do ensino médio e a aprovação na UFG, veio o diagnóstico de autismo em 2017.

“Por conta do diagnóstico de Síndrome de Asperger, estou ainda mais convicto para, inclusive, atuar na pesquisa que envolve o autismo, área tão pouco explorada clinicamente”, disse ele em entrevista do portal Só Notícia Boa.

O jovem não é o primeiro autista do curso de Medicina da UFG. Outro caso também conhecido é o de Otavio Crosara, graduando desde 2014 e membro do podcast Introvertendo. Ele contou sua experiência no curso no episódio “Autistas na Medicina“, lançado em fevereiro de 2020.

Na Universidade Federal de Jataí (UFJ), recentemente desmembrada da UFG, também ocorreu uma aprovação de uma pessoa autista no curso de Medicina em 2021: foi o caso de Rubia Carolina Nobre Morais, também conhecida como Carol da página Autizando.

Autismo e outros transtornos do espectro autista

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O Autismo Infantil foi descrito inicialmente por Kanner em 1943 quando ele identificou crianças apresentando prejuízos nas áreas da comunicação, do comportamento e da interação social, e caracterizou essa condição como sendo única e não pertencente ao grupo das crianças com Deficiência Mental.

Propôs o nome de Autismo para chamar a atenção para o prejuízo severo na interação social que era muito evidente desde o início da vida desses pacientes.

Deixou claro que, embora a causa dessa condição não fosse conhecida,  acreditava que o ambiente desfavorável seria o responsável. No mesmo trabalho, entretanto, refere-se que, em alguns casos, o transtorno era tão precoce que não haveria tempo para a interferência do ambiente a respeito da criança, de modo que poderia haver uma etiologia biológica.

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