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A pedagoga e psicopedagoga Suelene Trajano recebeu o diagnóstico de autismo nível 1 de suporte na fase adulta. Em entrevista dada ao Diário de Pernambuco, a identificação contribuiu para compreender sua trajetória pessoal, as relações sociais e a maneira como percebe o mundo. A partir desse entendimento, passou a reconhecer dificuldades e a desenvolver estratégias de autorregulação para lidar com o trabalho e as atividades cotidianas.
“Sou uma pessoa autista com nível de suporte 1 e, por isso, muitas vezes, minhas necessidades podem passar despercebidas. Existe uma ideia equivocada de que uma pessoa autista que consegue trabalhar, estudar e realizar suas atividades com autonomia não precisa de apoio”, afirmou.
Como mãe de um filho autista com nível 3 de suporte, Suelene também aponta desafios relacionados à inclusão profissional. Ela defende a criação de oportunidades de trabalho assistido, com orientação, acompanhamento e adaptações que considerem as necessidades de cada pessoa e permitam o desenvolvimento de suas habilidades.
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