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Um estudo publicado na revista Ciência & Saúde Coletiva, conduzido pela Universidade Federal de Alagoas, aponta que evitar conversas sobre sexualidade com adolescentes autistas pode aumentar riscos à saúde e à segurança. A pesquisa indica que, embora passem pelas mesmas mudanças hormonais da puberdade que jovens neurotípicos, esses adolescentes podem ter dificuldades para compreender transformações corporais e normas sociais relacionadas a limites e privacidade.
A falta de orientação pode ampliar a vulnerabilidade a infecções sexualmente transmissíveis, gravidez não planejada e situações de violência, especialmente entre aqueles com maior necessidade de suporte, classificação definida pelo DSM-5 da Associação Psiquiátrica Americana. Uma reportagem do Metrópoles indica que dificuldades de comunicação podem impedir que a pessoa identifique ou relate abusos, inclusive por não saber nomear partes do corpo de forma adequada.
CONTEÚDO EXTRA
Link para acessar o artigo: https://www.scielo.br/j/csc/a/pwxmTgfpNND6CNLPpVjkNHB/?lang=pt
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