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Pai de autista, baterista do Molejo denuncia capacitismo; vizinha é indiciada

16 de setembro de 2021Pai de autista, baterista do Molejo denuncia capacitismo — Canal Autismo / Revista AutismoReprodução / TV GloboImagem: TV Globo/Reprodução

Tempo de Leitura: < 1 minutoJimmy, baterista do Molejo, denunciou à Polícia Civil juntamente com a esposa, Cristiane Sales, que o filho do casal George, autista e com 7 anos de idade, foi vítima de capacitismo. A ocorrência se deu com uma vizinha que mora no mesmo condomínio que a família, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que afirmou: “depois que autismo virou moda, retardado tinha mudado de nome”.

Em entrevista ao G1, Cristiane afirmou que as ofensas se deram quando George brincava com outra criança. “Começou a querer me identificar através do meu filho. Que ele seria um doente, uma criança com problemas. E como eu não atendi nessa identificação, ela também perguntou se era o filho de um preto, um pagodeiro, favelado, pai de uma criança doentinha”, disse.

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Na última terça-feira (14), a polícia indiciou a vizinha que teria sido responsável pelo ato. “Se eu deixar para lá, vou estar virando as costas para tudo aquilo que eu acredito, e para outros Georges também. Meu filho não pode crescer achando que ser ofendido é normal. Vamos até o final com isso aí”, Jimmy afirmou na ocasião.

Jimmy e George chegaram a gravar um vídeo, divulgado nas redes sociais, com detalhes sobre a situação.

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Minhas percepções sobre a trajetória do autismo no Brasil

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Por Maria Elisa Granchi Fonseca
Eu costumo dizer que sou da velha geração do autismo no Brasil. Daquela geração que no final dos anos 1980, não tinha livros para ler, internet para consultar, professores para orientar, mas tinha crianças para atender. Pois é. Elas sempre existiram. Eu sou da geração 80 que colocava na porta a plaquinha “Em atendimento”, entrava na sala com a criança e não sabia o que fazer. Eu não tenho vergonha de contar essa passagem da minha vida, pois foi dali que eu passei a entender que algo precisava ser feito. Eu realmente não sabia o que fazer com aquela criança que ali estava e não tinha ninguém que pudesse me orientar com precisão naquele momento.

Palavra mágica

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Esta é a frase mágica que utilizamos quando o Gabriel tenta uma interação social com outras pessoas.

As terapias fazem parte de nossas vidas desde 2011 e, de vez em quando, ele tenta interagir com o mundo que está à sua volta. Por outro lado, ele não sabe muito bem como fazer esta aproximação e, na maior parte das vezes, a reação da outra parte acaba não sendo tão amigável.