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Coletivos de autistas expandem entre universidades públicas

30 de julho de 2021Quantos autistas há nas universidades brasileiras? — Revista Autismo

Tempo de Leitura: < 1 minutoAutistas universitários têm criado, em todo o país, os chamados “coletivos autistas”, articulações coletivas de autistas universitários com foco em inclusão e permanência de estudantes dentro do espectro. O primeiro, o Coletivo Autista da USP, foi criado em maio e várias outras universidades pelo Brasil têm adotado o mesmo estilo.

Até o momento, instituições como a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) possuem coletivos autistas locais, com páginas disponíveis no Instagram.

Em entrevista ao Jornal da USP, a estudante Giulia Jardim Martinovic, criadora do Coletivo Autista da USP, explicou o contexto que gerou a ideia. “Quando entrei na faculdade, em 2019, senti falta de apoio específico e vi amigos autistas desistindo de se formar. Um rapaz me contou uma experiência muito ruim, em que um professor disse que a universidade não era lugar para ele, que ele deveria procurar um curso técnico”, afirmou.

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Diagnosticada com Síndrome de Asperger, a desenhista tem 29 anos, é paulistana e, desde pequena, é extremamente apaixonada por tudo relacionado aos dinossauros. Atualmente trabalhando como desenhista freelancer, Camila tem fluência em inglês, adora viajar e ir para baladas e festas. Tem formação em mergulho autônomo — tendo mergulhado em cavernas à noite em mar aberto — e não concluiu a faculdade de biologia.