17 de fevereiro de 2026

Tempo de Leitura: 2 minutos

Diferentes cidades brasileiras promoveram iniciativas voltadas a pessoas autistas durante o período de Carnaval de 2026, com atividades adaptadas e eventos voltados à inclusão de crianças e famílias. Entre as ações realizadas estão blocos temáticos, bailes em ambientes controlados e atividades terapêuticas associadas à vivência carnavalesca, com foco em acolhimento e redução de estímulos sensoriais.

Em Jaboatão dos Guararapes (PE), a Prefeitura realizou o Bloquinho Cão Terapia no CRAS de Cajueiro Seco, envolvendo crianças autistas atendidas pelo Projeto Cão Terapia, familiares, profissionais e cães utilizados como recurso de mediação. A atividade foi voltada a crianças de dois a cinco anos e integrou o trabalho desenvolvido pelo programa municipal, que oferece acompanhamento com profissionais de fonoaudiologia, terapia e fisioterapia. Segundo a gestão do serviço, a proposta também buscou estimular aspectos sensoriais e preparar as crianças para situações futuras em ambientes sociais.

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Em Feira de Santana (BA), o Centro Especializado de Referência do Transtorno do Espectro Autista Dr. Ildes Ferreira de Oliveira (CER-TEA) promoveu um baile carnavalesco para crianças atendidas pela unidade. A programação incluiu músicas infantis, fantasias e atividades voltadas à socialização, com organização do espaço voltada ao conforto e à segurança dos participantes. Já em Lauro de Freitas (BA), a clínica Gira Mundo – Espaço Lúdico Terapêutico fez uma nova edição do Bloquinho Inclusivo, destinado a pacientes e estruturado com estratégias como controle de volume sonoro, previsibilidade de percurso e uso de suportes visuais.

No Paraná, o CarnaUppa 2026 ocorreu em São José dos Pinhais pela União de Pais pelo Autismo (Uppa), com apoio da Casa Trilá. A programação inclui DJ com som controlado, pintura facial, oficinas e espaços de atividades lúdicas, com entrada gratuita. No Amapá, o Bloco do Abel, em Macapá, mantém ações voltadas à conscientização sobre o autismo e trouxe uma programação infantil, espaço sensorial e atividades voltadas a diferentes públicos. O projeto também está associado a ações solidárias e inclui iniciativas como a Corrida do Orgulho Autista, com parte da renda destinada à Associação de Pais e Amigos do Autista do Amapá (AMA-AP).

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