9 de janeiro de 2026

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A compreensão do transtorno do espectro do autismo (TEA) continua a evoluir, impulsionando um debate sobre se o conceito de “espectro” abrange adequadamente a pluralidade de manifestações. Na coluna Vidas Atípicas, na Folha de S.Paulo, a jornalista e mãe atípica Johanna Nublat destaca a discussão contemporânea na comunidade científica e entre as pessoas neurodivergentes que questiona a adequação de se referir a “um espectro” ou se seria mais preciso considerar “autismos” múltiplos, refletindo a vasta gama de características individuais. (Aliás, não deixe de ler a discussão desse tema também na reportagem de capa desta edição, nº 31, da Revista Autismo, “Espectro dividido“, o no artigo de Fátima de Kwant, na mesma edição.)

Esta reflexão busca aprimorar a forma como o TEA é percebido e diagnosticado, impactando diretamente as abordagens terapêuticas e o suporte oferecido. A distinção não é meramente semântica; ela permeia a identificação de diferentes perfis dentro do autismo, a personalização de estratégias de apoio e a própria maneira como a sociedade interage com a neurodiversidade. A complexidade do tema sublinha a necessidade de uma análise aprofundada das características que definem as condições neurodivergentes.

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Implicações diagnósticas

A proposta de reconsiderar o termo “espectro” visa, em última instância, promover uma compreensão mais matizada e individualizada das experiências autistas. Tal abordagem pode facilitar o desenvolvimento de estratégias mais eficazes de apoio e inclusão, reconhecendo a singularidade de cada pessoa neurodivergente e evitando generalizações. Leia, na íntegra, o texto “Temos um espectro do autismo ou autismos?“, de Johanna Nublat, publicado na coluna Vidas Atípicas, na Folha de S.Paulo desta quinta-feira (08.jan.2026), que pode ser acessado neste link.

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Editor-chefe da Revista Autismo, jornalista, empreendedor.

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