Elon Musk e a ideia de superioridade ou inferioridade de autistas

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Sophia Mendonça Por Sophia Mendonça
Dono de uma das maiores fortunas do planeta, Elon Musk, CEO da…
Atividades para as crianças, especialmente as autistas, fazerem em casa — Instituto Mauricio de Sousa e Revista AutismoInstituto Mauricio de Sousa / Revista Autismo

Autismo x genética

Avatar Por Graciela Pignatari
Como a ciência explica hoje a ligação entre autismo e genética Graciela…

Minhas percepções sobre a trajetória do autismo no Brasil

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Avatar Por Maria Elisa Granchi Fonseca
Eu costumo dizer que sou da velha geração do autismo no Brasil. Daquela geração que no final dos anos 1980, não tinha livros para ler, internet para consultar, professores para orientar, mas tinha crianças para atender. Pois é. Elas sempre existiram. Eu sou da geração 80 que colocava na porta a plaquinha “Em atendimento”, entrava na sala com a criança e não sabia o que fazer. Eu não tenho vergonha de contar essa passagem da minha vida, pois foi dali que eu passei a entender que algo precisava ser feito. Eu realmente não sabia o que fazer com aquela criança que ali estava e não tinha ninguém que pudesse me orientar com precisão naquele momento.

Palavra mágica

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Avatar Por Wagner Yamuto

Esta é a frase mágica que utilizamos quando o Gabriel tenta uma interação social com outras pessoas.

As terapias fazem parte de nossas vidas desde 2011 e, de vez em quando, ele tenta interagir com o mundo que está à sua volta. Por outro lado, ele não sabe muito bem como fazer esta aproximação e, na maior parte das vezes, a reação da outra parte acaba não sendo tão amigável.

PECS

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Avatar Por Soraia Vieira
Para ensinar comunicação, precisamos entendê-la melhor: o que é comunicação? É um comportamento que exige duas pessoas. Uma pessoa identificada como “falante” (que entrega a mensagem) e a outra como “ouvinte” (que recebe esta mensagem e responde adequadamente). O método de comunicação mais difundido e usado com alunos com TEA é o PECS.
Minicérebros humanos: um novo modelo experimental para o estudo do TEA — Alysson Muotri - Revista Autismo

Minicérebros humanos: um novo modelo experimental para o estudo do TEA

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Avatar Por Alysson Muotri
A criação de minicérebros humanos em laboratório a partir de células-tronco é um dos fenômenos mais interessantes da neurociência moderna. Essa nova ferramenta promete ser a grande vedete no tratamento de doenças neurológicas e genéticas, uma revolução na medicina. (Alysson Muotri)
Autistas na mira do bullying escolar — Revista Autismo

Autistas na mira do bullying escolar

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Avatar Por Tatiana Takeda
Da década de 1980 para cá, o bullying assumiu maior projeção no cenário global e surgiu a necessidade de elaboração de uma norma brasileira que dispusesse sobre o assunto. Em fevereiro de 2016, entrou em vigor a Lei nº 13.185/2015 (Lei de Combate à Intimidação Sistemática), que conceituou a intimidação sistemática, ou bullying como sendo “todo ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo que ocorre sem motivação evidente, praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidá-la ou agredi-la, causando dor e angústia à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas”.
Nicolas Brito — coluna: Tudo o que podemos ser

Todo ser humano é único

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Avatar Por Nícolas Brito
Quando eu era pequeno, tinha um autismo mais severo, pois não me comunicava, me autolesionava, tinha muitos comportamentos rígidos e muita dificuldade na escola. Hoje, apesar dos meus 20 anos, ainda enfrento muitas dificuldades e ainda tenho muitas coisas para descobrir e para aprender. Ainda hoje, tenho dificuldade de me comunicar, pegar transportes públicos, esperar em filas longas, etc. Acho que a maioria das pessoas que me conhecem sabe disso, mas isso é uma conversa para outra história, porque hoje eu quero falar sobre “obrigações”.

Adaptações e adequações curriculares com significações

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Avatar Por Andréa Lungwitz Cléto
No Brasil, a necessidade de se pensar um currículo para a escola inclusiva tomou maior dimensão após a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a Lei nº 9.394/96, razão pela qual este artigo traz à tona esse documento, bem como as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, aprovada em setembro de 2001 e a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, aprovada em 2008, para uma análise de como contemplam as adaptações e adequações curriculares necessárias para oferecer um ensino de qualidade aos educandos com necessidades educacionais especiais incluídos no sistema comum de ensino.
#esefosseseufilho — E se fosse seu filho?

#eSeFosseSeuFilho

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Avatar Por Luiz Fernando Vianna
Muita gente dirige aos nossos filhos olhares de compaixão. Seria bem melhor que demonstrassem empatia. Pôr-se no lugar de pessoas que têm autismo ou outros transtornos é tarefa difícil para os neurotípicos, mas fundamental para quebrar a falsa barreira entre “normais” e “deficientes”. Foi na batalha por empatia que mães se uniram, em 2016, num grupo de WhatsApp, o Juntos. A rede de familiares de pessoas com deficiências cresceu e, entre outras ações, criou #eSeFosseSeuFilho. A hashtag ganhou alcance nacional a partir de 2018. Algumas das mães participaram do programa “Encontro com Fátima Bernardes”. E artistas foram convidados a gravar vídeos com relatos de quem acompanhou os filhos sendo alvos de preconceito e exclusão.

Espectro Artista

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Avatar Por Redação da Revista Autismo
Diagnosticada com Síndrome de Asperger, a desenhista tem 29 anos, é paulistana e, desde pequena, é extremamente apaixonada por tudo relacionado aos dinossauros. Atualmente trabalhando como desenhista freelancer, Camila tem fluência em inglês, adora viajar e ir para baladas e festas. Tem formação em mergulho autônomo — tendo mergulhado em cavernas à noite em mar aberto — e não concluiu a faculdade de biologia.

A educação de pessoas adultas com autismo

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Avatar Por Claudia Moraes
No Brasil, sentimos uma grande lacuna na oferta de serviços educacionais e outras intervenções para adultos com TEA. Penso ser pelo fato de que ainda não conseguimos desconsiderar o autismo como sendo especificamente infantil, então não nos damos conta de que jovens e adultos continuam ao longo da vida necessitando de atenção. Se apenas ofertamos educação em período obrigatório, impedimos que pessoas adultas usufruam de atenção educativa.

Dificuldades do diagnóstico tardio

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Avatar Por Érica Matos Araújo
Ser Autista não é fácil, viver anos sem saber é ainda pior: tempo perdido! A falta de tratamento adequado, inúmeras adaptações, lidar com expectativas, não ter o acompanhamento necessário são alguns dos efeitos negativos na vida de um neurodiverso sem diagnóstico.